GRANDES FRASES PUBLICITÁRIAS: ----- Não é só no futebol que é bom dar um passeio na Argentina. (Tam Viagens) ----- Se ficar parado fosse bom, a melhor parte da balada seria a fila. (Ford - Corsa) ----- Cartão-Postal. O único presente que é melhor mandar do que receber.(Havaianas) ----- Duas razões prováveis para uma noite mal dormida: um colchão muito ruim ou uma mulher muito boa. (Colchões Ortobom) ----- Apressado come cru, pra dar tempo de repetir. (restaurante japonês Madame Butterfly) ----- Férias é uma palavra que está sempre no plural porque ninguém quer tirar uma só. (TAM Brasil). ----- Ainda bem que Isaac Newton não nasceu no Brasil. Imagine descobrir a lei da gravidade debaixo de um coqueiro" (TAM Brasil). ----- Conversa. Uma das poucas coisas que você pode jogar fora sem dó. (CitiBank). ----- Pai só podia ser mesmo um cara parecido com você. Afinal, não era qualquer um que você deixaria sair com a sua mãe. (TACO – Dia dos Pais). ----- Se flores fossem melhores do que jóias, a noiva jogava a aliança e não o buquê. (Joalheria Bergerson). ----- Segurança, conforto, estabilidade. Tudo que uma mulher procura em um homem e um homem procura em um carro. (Peugeot 307) ----- O que engorda mesmo não é o que você come entre o Natal e o Ano Novo, mas o que você come entre o Ano Novo e o Natal. (Cia.Athlética). ----- Surfar é como voltar a ser criança. Você tem até que aprender a ficar em pé de novo. (Petrobrás – campanha de patrocínio). ----- Quando o campo é pobre, a esperança vem morrer na cidade. (Campanha de despedida de agência mineira que chegou a falência). ----- Se uma boa alimentação é importante para a sua vida, imagine para seu gato, que tem sete. (Guia Nossos Bichos)

sábado, 7 de julho de 2007

Homem Outdoor


O desempregado Edson Aparecido Borin Alves, 32 anos, conseguiu vencer o fantasma do desemprego vendendo espaço publicitário do seu próprio corpo. Ele passeia sem camisa pelas ruas da pequena Tanabi, interior de São Paulo, mostrando 20 tatuagens de logomarcas de estabelecimentos comerciais da cidade, que possui espalhadas nas costas, braços e peito.
"Ganho uns R$ 1,3 mil por mês e ainda meus clientes, que são todos amigos, me ajudam pagando outras despesas", diz Alves, conhecido na cidade como "Baiano Facada".



A idéia de usar corpo para hospedar anúncios publicitários ocorreu há cerca de dois anos, quando Alves conversava com um amigo na mesa de um bar e apostou que tatuaria uma garrafa de conhaque nas costas.
"Ao ver que eu tinha coragem, meu amigo sugeriu que tatuasse a logomarca da ótica dele. Eu disse que, desde que ele me pagasse por isso, eu tatuaria. Ele pagou e eu então tatuei", conta Facada.
A partir daí, Facada passou a ampliar o "espaço publicitário" do seu corpo. Hoje, das 31 tatuagens que tem, 20 são comercializadas. Além da ótica, há logos de marcas de lojas de presentes, de informática, supermercado e até de uma concessionária de veículos, que está cravada no lado direito do seu peito.



Para cada tatuagem, ele cobra de R$ 70,00 a R$ 200,00. A ótica de um amigo é sua maior cliente, e paga R$ 600,00 por mês. Os comerciantes aprovam a veiculação. Segundo eles, o retorno é garantido. "Compensa mais que pagar publicidade em rádio e jornal", diz a comerciante Ana Carla Santos Bertolli, que paga R$ 100,00 por mês para fazer propaganda do seu mini-mercado.
Para veicular os anúncios, Alves caminha sem camisa pelas ruas da cidade, onde atrai todo tipo de curiosos e conhecidos. Mas esclarece que no contrato que faz com seus clientes não tem obrigação de andar sem camisa sempre. "Mas faço isso porque gosto deles", diz. Mas se o cliente não pagar pela publicidade? Alves tatua X bem grande sobre a primeira tatuagem, como fez com a Auto-Escola Atual, cujo logotipo foi fechado por dois X bem grandes.

Alves, que está um ano desempregado, diz o dinheiro que arrecada com a publicidade o ajuda a manter enquanto não consegue outro emprego de serviços gerais. Sobre o uso do copo ele diz: "Não me importo com a ocupação dos espaços do meu corpo, por isso ainda vou usar outras partes para mais publicidade"

FONTE: Redação Terra